RELÓGIO ORIENT SEATECH MBTTC003

PROMOÇÃO DE MÊS DE SETEMBRO

JOALHERIA CAMARO DE TRÊS CORAÇÕES.

Relógio - Orient FLYTECH

> caixa e pulseira em titânio
> cronógrafo
> alarme
> calendário
> dual time
> resistente à água 10 atm
> 1 ano de garantia

Relógio - Orient comemorativo 70 anos de Interlagos EDIÇÃO LIMITADA 940 PEÇAS


Movimento Cronógrafo 1/20s com design high tech, vidro de safira e taquímetro, ideal para competições de velocidade. Este relógio esportivo foi desenvolvido com materiais utilizados na fabricação dos atuais automóveis de corrida, como o titânio, usado na caixa; a fibra de carbono, no aro e no mostrador; o alumínio, na coroa e nos botões; e o aço, no fecho deployant. No caseback está o desenho do traçado atual do autódromo.

  • Taquímetro

  • Cronógrafo

  • Aro e mostrador com fibra de carbono

  • Fundo rosqueado

  • Vidro cristal de Safira

  • Caixa em titânio

  • Pulseira em couro

  • WR 100

    Marca: Orient
    Modelo: MBTCC001
    Largura da caixa: 43mm
    Garantia: 12 meses

    Limited Edition Interlagos 70 th

  • DIAMANTES FAMOSOS.

        Dresden - 41 quilates, muito provavelmente proveniente da Índia. Não se conhece o início de sua história. Ao redor do ano de 1700, possuiu-o Augusto, o Forte, Duque de Saxônia. Encontra-se no Hall Verde, Dresden, donde seu nome.
        Hope - 44,50 quilates, Apareceu à venda, entre 1830, tendo sido adquirido pelo banqueiro H.T. Hope (daí o nome), de Londres. Provavelmente, relapidado de uma pedra roubada durante a revolução da francesa. Mudou de mãos muitas vezes. Encontra-se, desde 1958, no Smithsoniar Institution, Washington.
        Cullinan I - 530.20 quilates, Lapidado o maior diamante já encontrado pelo homem (3106 quilates; seu nome homenagia Sir Thomas Cullian, presidente da companhia de mineração) juntamente com 104 outras pedras, pela firma de Asscher, em Amsterdã, em 1908. Adorna o cetro do Rei Eduardo VII; encontra-se na Torre de Londres; é o maior diamante lapidado, também denominado "Estrela da África".
        Sancy - 55 quilates. Diz-se que foi usado por Charles, o Bravo, ao redor de 1470. Comprado, em 1570, pelo Senhor de Sancy (daí o nome) do Embaixador da França na Turquia.
        Tiffany - 128.51 quilates. Encontrado na mina Kimberley, África do Sul, em 1878. Quando bruto pesava 287.42 quilates. Adquirido pelos joalheiros Tiffany, em New York. Lapidado em Paris, tem 90 facetas.
        Koh-i-Noor - 108.82 quilates. Originalmente, um pedra redonda de 186 quilates e pertencente a um rajá da Índia Adquirido, em 1739, pelo Xá da Pérsia (Irã) que o denominou de Montanha de Luz (Koh-i-Noor). Relapidado, foi montado na coroa da Rainha Mary, esposa de George V e daí para a coroa da Rainha Elizabeth. Atualmente, encontra-se na Torre de Londres.
        Cullinan IV - 63.60 quilates. Uma das 105 pedras lapidadas do maior diamante jamais achado, o Cullinan (ver nº3). Encontra-se, também, na coroa da Rainha Mary.
        Nassak - 43.38 quilates. Originalmente, acima de 90 quilates, encontrava-se em um Templo de Shiva, perto de Nassak (daí o nome), na Índia. Em 1818, foi roubado por ingleses e em 1927 foi relapidado em New York.
        Xá - 88.70 quilates. Proveniente da Índia; mostra planos de clivagem, parcialmente polido. Tem três inscrições de nomes de monarcas (entre eles o xá da Pércia (Irã), daí o nome) Oferecido, em 1829, ao Czar Nicolau I. Guardado no Kremlin, Moscou, Rússia.
        Florentino - 137.27 quilates. O início de sua história mergulha em lenda. Em 1657, pertenceu à família Medici, de Florença (daí o nome). Durante o século XVIII esteve na coroa dos Habsnurgo, depois usado como broche. Paradeiro desconhecido depois da Primeira Grande Guerra.
        Outros diamantes lapidados são famos por seu tamanho, beleza, ou algumas vezes por sua história romântica, por exemplo: Cullinan II (p.9), De Beers, Grão Mogol, Jonker I, Nizam, Jubileu, Orloff, Regente, Estrela do Sul, Vitoria I.
        As maiores pedras brutas que se prestaram para fins geomológicos, em quilates, são: Cullinan (3106), Excelsior (995,2), Estrela da Serra Leona (968,9), Grão Mogol (cerca de 800), Rio Woyie (770), Presidente Vargas (726,6), Jonker (726), Jubileu (originalmente Reitz, 650,8) Dutoitspan (616), Baumgold (609).

    A HISTORIA DO ANEL DE NOIVADO COM DIAMANTE.

       Tudo começou com Maria de Borgonha. Ela foi a primeira mulher a receber um anel com diamante por ocasião de seu noivado.
        O noivo Maximiliano da Áustria e o noivado ocorreu no dia 17 de agosto de 1477.
        Segundo a história, Maximiliano consultou um dos seus assessores quando se preparava para pedir a mão de Maria em Casamento.
        O assessor sugeriu que Maximiliano oferecesse a ela "um anel com diamante além de uma aliança de ouro". O Imperador seguiu este conselho e, ao fazer o pedido, colocou o anel com diamante no terceiro dedo da mão esquerda de Maria. Ela disse "Sim" e foi assim que nasceu o costume.
       Grande parte dos diamantes é usados para anéis de noivado, porque a maioria das noivas aprecia o tradicional anel com diamante. Outro presente tradicional é a aliança com diamante oferecida por um homem à sua esposa num aniversário de casamento ou por ocasião do nascimento de um filho. A aliança com diamante é composta de um círculo de pedras e simboliza o ditado: "O meu amor somente acabará quando o círculo chega ao fim".

    Pedras dos Signos

    GEMAS (PEDRAS) DOS SIGNOS ZODIACAIS.

    Signos Datas Pedras
    Aquário 21/01 a 18/02 Olho-de-falcão, turquesa
    Peixe 19/02 a 20/03 Ametista, quartzo ametista
    Áries 21/03 a 20/04 Jaspe vermelho, cornalina vermelha
    Touro 21/04 a 20/05 Cornalina cor alaranjada, quartzo róseo
    Gêmeos 21/05 a 20/06 Citrino, olho-de-tigre
    Câncer 21/06 a 20/07 Aventurina verde, crisopásio
    Leão 21/07 a 22/08 Cristal de rocha, quartzo dourado
    Virgem 23/08 a 22/09 Ágata amarela, citrinio amarelo
    Libra 23/09 a 22/10 Citrinio cor alaranjada, quatzo esfumaçado
    Escorpião 23/10 a 21/11 Cornalina vermelho sangue, sardo
    Sargitário 22/11 a 21/12 Quartzo azul, calcedônia
    Capricórnio 22/12 a 20/01 Ônix, quartzo olho-de-gato

    Cores de Ouro Mais Comuns

    LIGAS DE OURO MAIS COMUNS

    Nomeclaturas e cores
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    Peso Especifíco
    Púrpira 75,0       23,0       2,0   7,98
    Azul 75,0                 25,0 14,16
    Cinza 75,0 8,0               17,0 14,41
    Gris 75,0   10,0       10,0 5,0     14,69
    Vermelhão 75,0 25,0                 14,97
    Rosa 75,0 22,0 3,0               15,09
    Verde Claro 75,0 20,0 5,0               15,16
    Branco Médio 75,0         10,0 5,0 10,0     15,26
    Amarelo Canário 75,0 16,0 9,0               15,32
    Branco Suave 75,0         10,0 3,0 12,0     15,38
    Amarelo Inglês 75,0 12,5 12,5               15,45
    Verde Forte 75,0 6,0 15,0 4,0             15,52
    Pérola 75,0 10,0 15,0               15,55
    Pérola Claro 75,0 8,0 17,0               15,63
    Verde Médio 75,0 5,0 20,0               15,76
    Verde Total 75,0   25,0               15,97
    Marrom 75,0   6,0     19,0         16,62

    Topázio

    O topázio é um mineral nesossilicato de flúor e alumínio de fórmula química Al2[(F,OH)2SiO4]. É bastante utilizado em joalharia e classificado como pedra semipreciosa.

    Foto do Topázio


    Foto do Topázio incolor achado em Minas Gerais



    Características físicas

              Cristaliza no sistema ortorrômbico e seus cristais são na maior parte prismáticos terminados ou não por faces piramidais, freqüentemente apresentando pinacóide basal. Tem uma perfeita clivagem basal e por isso as gemas ou outros espécimes finos devem ser seguradas com cuidado para evitar que apareçam falhas de clivagem. A fratura é concoidal e desigual.
              O topázio tem uma dureza de 8, peso específico entre 3.4-3.6, e um brilho vítreo. Quando puro é transparente mas em geral matizado por impurezas; em termos de cor o topázio típico apresenta-se cor de vinho ou amarelo-claro. Pode também ser branco, cinza, verde, azul, ou amarelo-avermelhado e transparente ou translúcido. Quando aquecido, o topázio amarelo torna-se freqüentemente rosa-avermelhado.


    Tipos de ocorrência

              O topázio ocorre em pegmatitos, veios de quartzo de alta temperatura e em cavidades existentes em rochas ácidas como granito e riolito e pode ser encontrado associado com fluorita e cassiterita. Pode ser encontrado nas montanhas Urais e Ilmen (Rússia), na República Checa, Saxônia, Noruega, Suécia, Japão, Brasil, México, e Estados Unidos.
               Em Portugal pode ser encontrado na zona de Gonçalo, Guarda.
              Na ficção, nos livros de Stephenie Meyer, a cor dos olhos de Edward Cullen, são descritos da cor Topázio.
     

    Etimologia

              O nome "topázio" é derivado do grego topazos ("buscar"), que era o nome de uma ilha no Mar Vermelho difícil de encontrar e da qual uma pedra amarela (atualmente acredita-se que fosse uma olivina amarelada) era minerada em tempos antigos. Na Idade Média, o nome topázio conhecido era usado como referência a qualquer gema amarela, mas atualmente o nome é aplicado corretamente somente ao silicato descrito acima.

    Esmeralda

    Esmeralda é uma variedade do mineral berilo (Be3Al2(SiO3)6), a mais nobre desse grupo. Outras pedras do grupo do berilo são a água-marinha a morganite e o próprio berilo. Sua cor verde é devida à presença de quantidades mínimas de crômio e às vezes vanádio. É altamente apreciada como gema e onça por onça é a pedra mais valiosa no mundo, perdendo algum desse valor frequentemente devido às inclusões que ocorrem em todas as esmeraldas, porém são essas inclusões que podem determinar se a gema é verdadeira. Tem dureza de 7.5 - 8.0 pontos na Escala de Mohs de dureza, no entanto esta dureza pode ser bastante reduzida dependendo do número e tamanho das inclusões numa determinada pedra. As principais jazidas de esmeraldas são colombianas e pode ser encontrada também no Brasil e no Zimbábue. Sua transparência é de transparente a opaca, mas apenas as variedades mais preciosas são transparentes. A etimologia da palavra "esmeralda" pode provir de duas origens:

    ·    Do grego "smaragdos"
    ·    Do hindu antigo, de significado "pedra verde"
     
    A esmeralda é extremamente sensível a pancadas fortes, riscos e mudanças de temperatura repentinas.
     
    Foto da Esmeralda bruta

     
    Foto da Esmeralda Lapidada
     

    Água-Marinha

              A água-Marinha é uma variedade do berilo, com uma composição química de silicato de alumínio e berílio. A sua dureza é de 7,5 - 8 Mohs. A cor da Água-Marinha varia do verde-azul a azul claro. Esta gema é encontrada um pouco por todo o mundo, já foi encontrada em Elba - Itália; Mourne Mountains - Irlanda do Norte; Mursinsk, Takovaja River, Shaitansk Hills, Adun-Tchilone Baikal - Rússia; Rossing e KI. Spitzkopje - Namíbia; Marambaia Minas Gerais, Rio Grande do Norte - Brasil; Madagascar; Zimbábue; Tanzânia; Quénia; Sri Lanka; Índia; Mianmar; Califórnia,Colorado,Connecticut e Maine - Estados Unidos da América; Austrália; Paquistão; Afeganistão.
     
              Aquamarine ou Água-marinha é uma gema da família do berilo azul, relativamente próxima à esmeralda. As aquamarines podem ser encontradas nos Estados Unidos no Colorado. No Brasil, existem minas nos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Rondônia (sendo este pouco explorado nesta região) e Rio Grande do Norte onde são encontradas as melhores do país. A Rainha da Inglaterra possui várias gemas que lhe foram dadas de presente quando ela esteve no Brasil .
     
              As maiores aquamarines mineradas sempre foram encontradas em Marambaia, Minas Gerais. A mais pesada tinha 110 kg, e suas dimensões eram de 48,5 cm de comprimento e 42 cm de diâmetro. E tem fractura desigual e clivagem imperfeita! A sua cor varia desde o azul claro ao azul esverdeado ou até mesmo de tons escuros. São raros os exemplares com um azul intenso e sem tons esverdeados, a maioria das águas-marinhas com um azul perfeito foram sujeitas a tratamentos especiais, o principal é o aquecimento da gema. 
     
             Este tratamento elimina os tons esverdeados fazendo com que a gema fique com um aspecto mais impressionante. Contudo nem sempre as pessoas preferiram assim, algumas pessoas preferem os tons naturais por ser mais parecido com o azul do mar.

    Ametista

    Ametista
            A ametista é uma variedade violeta ou púrpura do quartzo, muito usada como ornamento. Diz-se que a origem de seu nome é do grego a, "não" e methuskein, "intoxicar", de acordo com a antiga crença de que esta pedra protegia seu dono da embriaguez. Entretanto, de acordo com o Rev. C. W. King, a palavra provavelmente é uma corruptela de um nome oriental da pedra.
            A ametista foi usada como pedra preciosa pelos antigos egípcios e era amplamente empregue na antiguidade por entalhadores. Contas de ametista foram encontradas em túmulos anglo-saxônicos na Inglaterra.

    Cor
            A cor da ametista é atualmente atribuída à presença de manganês, mas como ela é capaz de ser alterada e até removida por aquecimento, houve quem sugerisse uma possível origem orgânica. Foi também indicado o tiocianato de ferro e houve quem dissesse que continha enxofre.
    Estudos recentes mostraram que a coloração da ametista é devida a impurezas férricas. Estudos complementares mostraram ainda que uma interação complexa entre ferro e alumínio é a responsável pela coloração.
    Quando exposta ao calor (a 500 °C), a ametista geralmente torna-se amarela e muito do citrino é designado meramente por "ametista queimada". Veios de quartzo ametista expostos em afloramento perdem facilmente a sua cor.

    Estrutura
            A ametista é composta por uma sobreposição irregular de lâminas alternadas de quartzo esquerdo e direito. Foi mostrado pelo que esta estrutura pode ser devida a estresses mecânicos. Em conseqüência desta formação compósita, a ametista pode se quebrar com uma fratura ondulada ou mostrar "impressões digitais" e a interseção de dois conjuntos de ondulações curvas podem produzir, numa superfície fraturada, um padrão parecido com o de um "motor rodando." Alguns mineralogistas, seguidores de Sir David Brewster, aplicam o nome de ametista a todos os quartzos que exibem esta estrutura, independentemente da sua cor.

    Locais e tipos de ocorrência



    Cristais de ametista, medindo cerca de 13 cm, sobre base de rocha vulcânica (geodo)

            A ametista é um mineral amplamente distribuído, mas espécimes muito bonitos, adequados para serem usados como pedras ornamentais, estão confinados a comparativamente poucos locais. Tais cristais ocorrem tanto em cavidades em veios minerais quanto em rochas graníticas, ou como uma camada de revestimento interior em geodes de ágata. Um geode enorme ou "grotto de ametista", de perto de Santa Cruz no sul do Brasil, foi mostrado na exibição de 1902 em Dusseldorf. Muitas das ágatas ocas do Brasil e do Uruguai contêm um punhado de cristais de ametista no seu interior. Muitas belas ametistas vêm da Rússia, especialmente de perto de Mursinka no distrito de Ekaterinburg, onde ela ocorre em cavidades existentes em rochas graníticas. Muitas localidades na Índia têm ametista e ela também é encontrada no Sri Lanka, principalmente como seixos rolados.
            As jazidas mais importantes estão no Brasil nas cidades de (Caetité  na Bahia,Chopinzinho no Paraná, Montezuma em Minas Gerais e Ametista do Sul no Rio Grande do Sul). Também ocorrem no Uruguai e Madagáscar.
            O corindon roxo ou a dafira com tons de ametista são por vezes chamados de ametista oriental, mas esta expressão é freqüentemente empregue por joalheiros para belos exemplares de quartzo ametista comum, mesmo quando não são provenientes de fontes orientais.

    Ametista no folclore e na astrologia
            A ametista é a pedra de nascimento associada a Janeiro e Fevereiro, e está associada aos signos de Peixes, Áries, Capricórnio, Aquário (especialmente as variedades roxa e violeta) e Sagitário. É um símbolo de entendimento celeste, do pensamento pioneiro e da ação na filosofia, religião e planos espirituais e materiais.
            Ligada ao Dia dos Namorados, a tradição diz que ajuda aqueles que a usam para manter a fé, causar a paz e acalmar o espírito. Era freqüentemente carregada por soldados nos cabos das lâminas das espadas como um amuleto contra a morte e para trazer a calma e a vitória nas batalhas. É útil para a revelação profética da verdade. Diz-se que fortalece a sabedoria, a fé e a religiosidade e é uma ajuda nas preces e nos sonhos. Diz-se que é um amuleto contra bruxaria, veneno (ela indica a presença de veneno diminuindo sua luz) e pensamentos ruins; é uma ajuda para a castidade, um poder contra todas as formas de super indulgência e uma força para a mente. É usada como um amuleto para favorecer príncipes, dirigentes, clérigos, pessoas ricas, influentes e poderosas, pessoas com habilidades proféticas, poetas, viajantes, publicitários e outros.
            Amarrada ao pulso esquerdo, a ametista, dizem, permite ao usuário ver o futuro nos sonhos. Ela repele pansamentos e ações malignas, dá um senso apurado para os negócios e previne contra a saúde ruim. A ametista atrai o amor e a boa sorte e ajuda a prevenir a embriaguez.
    Quando gravada com os nomes do sol e da lua, diz-se que protege contra a feitiçaria. Um cavalo alado cortado numa ametista é um talismã de proteção para o cavalo e seus cavaleiros. Mergulhe uma ametista em água quente, retire-a, seque-a cuidadosamente e aplique sobre a dor de cabeça ou a dor de dente.
            Sonhar com ametistas indica sucesso a um viajante, clérigo, marinheiro, filósofo, professor ou místico; também proteção, fé e pensamentos frutíferos.
            A ametista é a variedade mais apreciada do quartzo. Os seus cristais sempre crescem sobre uma base. Quando têm formato de pirâmides, a cor mais intensa predomina nas pontas dos cristais. Existem algumas variedades de ametista que podem apresentar faixas brancas de quartzo leitoso.

    Cuidados com a sua ametista
            A ametista é uma pedra muito durável e por isso é uma ótima escolha para o uso diário. Deve-se apenas tomar o cuidado de retirar a jóia em atividades em que a pedra possa sofrer riscos. Tomando-se este cuidado a pedra estará sempre intacta.
            Se a sua ametista for de coleção deve ter-se o cuidado de não expor o exemplar a luz do sol ou a radiações.
            Para trazer bons fluidos, limpe-a com uma escova de dente. A combinação entre a pasta dental e a pedra, resultará um brilho intenso.

    Curiosidades
            Na mitologia grega, Ametista seria o nome de uma ninfa que, para ser protegida do assédio de Dioniso, (Baco, na versão romana), foi transformada pela deusa da castidade num cristal transparente. Baco então nada mais podia fazer, a não ser mergulhá-la no vinho - de onde teria vindo sua coloração arroxeada.
            Acredita-se que a ametista pode ser usada como um amuleto para proteger da intoxicação. A ametista foi considerada também um amuleto para proteção de soldados e para ajudar caçadores a capturar bestas selvagens. No oriente também é costume engastá-la na testa, acreditando-se que exerça influência positiva sobre o chakra Ajna, conhecido também por "terceiro olho".
            Em 1928, no distrito de Brejinho das Ametistas, na cidade baiana de Caetité, foi encontrada uma pedra pesando mais de 90 kg, sendo esta localidade uma das principais produtoras do mineral no Brasil.
    Até ao século XVIII a ametista foi a principal pedra preciosa (sendo até esse momento a Rainha das Pedras Preciosas) até mesmo ao nível do diamante. Contudo a descoberta de abundantes jazidas no Brasil fez com que se tornasse numa pedra preciosa de médio valor.

    Ágata


    Ágata é um termo aplicado não a uma espécie mineral distinta, mas a um conjunto de várias formas de silica, principalmente Caledonia.
    Seixo da ágata do musgo, uma polegada de comprimento (2,5 cm).
    De acordo com Teofrasto a ágata (achates) foi nomeada do rio Achates, agora o Drillo, na Sicilia, onde o mineral foi primeiramente encontrado.

    Formação e características


    A maioria das ágatas ocorre como nódulos em rochas eruptivas, ou antigas lavas, onde preenchem as cavidades produzidas originalmente pela desagregação do vapor na massa derretida, e então preenchido, completamente ou parcialmente, pela matéria silicosa depositada em camadas regulares em cima das paredes. Tais ágatas, quando cortadas transversalmente, exibem uma sucessão de linhas paralelas, frequentemente de extrema tenuidade, dando uma aparência unida à seção, e por isso tais minerais são conhecidas como ágata unida e ágata listrada.

    Na formação de uma ágata ordinária, é provável que as águas que contêm silica dissolvida – derivada, talvez, da decomposição de alguns dos silicatos presentes na própria lava – infiltraram-se através da rocha, depositando um revestimento silicioso no interior das vesículas produzidas por vapor. As variações no caráter da solução, ou nas condições de deposição, podem causar variações correspondentes nas camadas sucessivas, de modo que as faixas de calcedónia frequentemente alternam com camadas de quartzo cristalino. Várias vesículas de vapor podem unir-se enquanto a rocha for viscosa, e assim dar forma a uma cavidade grande que possa se transformar em receptáculo de uma ágata de tamanho excepcional; assim um geode brasileir, revestido de ametista, pesando 35 toneladas, foi exibido na Exposição de Dusseldorf de 1902.

    O primeiro depósito na parede de uma cavidade, dando forma à "pele" da ágata, é geralmente uma substância mineral esverdeada escura, como celadonite, delessite ou "terra verde," os quais são ricos em Ferro, derivado provavelmente da decomposição de augite na rocha-mãe. Este silicato verde pode dar origem, por alteração, a um óxido marrom do ferro (limonite), produzindo uma aparência oxidada na parte externa do nódulo de ágata. A superfície exterior de uma ágata, liberta da sua matriz, é frequentemente áspera, aparentemente na conseqüência da remoção do revestimento original. A primeira camada depositada sobre a parede da cavidade é por alguns chamada de "iniciador," e em cima desta base os minerais zeolíticos podem ser depositados.

    Muitas ágatas são ocas, uma vez que a deposição não prosseguiu pelo tempo suficiente para encher a cavidade, e nesses casos o último depósito consiste geralmente de quartzo, frequentemente ametista, tendo os ápices dos cristais dirigidos para o espaço livre, formando uma cavidade ou um geodo revestido por cristais.

    Variedades de ágata


    Uma ágata mexicana, apresentando um único olho, recebeu o nome de "ciclope." Matéria inclusa de uma cor verde, como fragmentos de "terra verde," embutida na calcedônia e disposta em filamentos e outras formas sugestivas de crescimento vegetal, dá origem à ágata do musgo.

    Com a desintegração da matriz em que as ágatas estão encaixadas, estas são libertadas, e, sendo por sua natureza siliciosa extremamente resistentes à ação do ar e da água, permanecem como nódulos no solo e no cascalho, ou tornam-se roladas como seixos nos córregos.

    As ágatas dendríticas apresentam bonitos padrões em forma de feto formados devido à presença de íons de ferro e manganês. Outros tipos de materiais inclusos depositados durante a formação de ágatas incluem crescimentos sageníticos (cristais radiais) bem como pedaços de detritos retidos (como areia, cinza, ou lama). Ocasionalmente as ágatas preenchem vazios produzidos pela decomposição de matéria vegetal, como um ramo de árvore ou raíz designando-se por ágata de molde.

    A ágata Turritella é formada a partir de fosseis de conchas de Turritella silicificados numa base de Calcedónia. A Turritela é um gastrópode marinho com conchas alongadas, em forma de espiral com muitas volutas.

    De igual modo, os corais, madeira petrificada e outros restos orgânicos ou rochas porosoas podem ser "agatizados". O coral "agatizado" é muitas vezes denominado ágata ou pedra de Petoskey.

    Determinadas pedras, quando examinadas em seções finas pela luz transmitida, apresentam um espectro de difracção, devido à extrema delicadeza das faixas sucessivas, sendo então denominadas ágatas do arco-íris.
           
    Outras formas de ágata incluem a ágata carneliana (com tons avermelhados), ágata do Botsuana, ágata laço azul, ágata pluma, ágata tubo (com canais de fluzo visíveis), ágata fortificação (que exibem pouca ou nenhuma estruturação laminar), ágata do fogo (que parece brilhar internamente como uma opala).

    A ágata e as crenças


            Segundo o Islão, as ágatas são pedras muito preciosas. Segundo a tradição, acredita-se que o portador de um anel de ágata, por exemplo, está protegido contra vários infortúnios e gozará de longa vida, entre outros benefícios. Em outras tradições crê-se que a ágata cura as picadas do escorpião e as mordidas de serpente, acalma a mente, previne doenças e contágios, pára a trovoada, promove a eloquência, assegura os favores dos poderosos e traz a vitória sobre os inimigos. Os magi Persas também apreciavam os anéis de ágata no seu trabalho e nas suas crenças.